Já vimos muito empreendedores e muitas histórias de empresas que se perderam por se aventurarem em terrenos que não dominam, ou por quererem abraçarem o mundo, não respeitando o tamanho de seus braços.
Steve Jobs diz que foco é saber dizer não.
Pois bem, oportunidades vão surgir. Dizem que a sorte existe e aparece para aqueles que se esforçam mais. É verdade, mas não basta ter sorte, é preciso escolher aquelas oportunidades a que vamos nos dedicar.
Se você é um professor de academia querendo ter a própria academia, é melhor fazer um curso de marketing ou gestão de pessoas, não de biomecânica.
Se você tem um blog de fisioterapia, concentre-se em um só objetivo, dificilmente você conseguirá escrever sobre “tudo à respeito de fisioterapia”. Avalie no que você é bom e pode contribuir mais e defina seu foco.
Escrito por Equipe Rede do Bem Estar
quinta-feira, 10 de março de 2011
Liderar para Cima É Uma Arte
Dave Ulrich, um dos maiores especialistas em gestão de pessoas do mundo, acredita que alguns líderes tenham perícia e sabedoria para infl uenciar seus próprios chefes. Professor de negócios da Ross School of Business , da Universidade de Michigan, e co-fundador do Grupo RBL, consultoria que presta serviços aos maiores executivos de RH do mundo, ele já publicou mais de 100 artigos e 20 livros sobre o assunto. Em seu mais recente trabalho, O Código da Liderança (Editora BestSeller), escrito em parceria com Norm Smallwood e Kate Sweetman, o guru americano afirma que a boa liderança é aquela que inspira, empolga, envolve e dá autonomia. De acordo com ele, um dos maiores erros que os líderes cometem hoje em dia é o de se tornarem orgulhosos e arrogantes, quando deveriam ser humildes e abertos para aprender. Veja o que ele diz a seguir, em entrevista exclusiva concedida a VOCÊ S/A.
Um grande líder consegue liderar o chefe?
Gerenciar os superiores é uma arte. Ela exige que o subordinado saiba exatamente do que o chefe precisa e saiba também demonstrar que pode ajudá-lo a alcançar o que quer. A influência de baixo para cima não se dá por cargo ou tempo de empresa, mas por perícia e sabedoria. Quando o subordinado consegue fazer o gestor atingir seus objetivos, ele se torna uma influência positiva. Essa tarefa muitas vezes exige humildade, para não assumir o crédito pelo trabalho que é realizado.
Qual é o desafio número 1 na liderança? E seu maior inimigo?
A liderança está relacionada à construção da próxima geração de líderes e à garantia de que os potenciais líderes tenham aptidões e capacidades sob medida para o futuro, mais do que para o presente. Para isso, é preciso que o líder se cerque de pessoas diferentes dele. É tentador e fácil para um líder rodear-se de gente que pensa e age como ele, mas isso não cria sucessores. Os líderes também devem tomar cuidado para se cercar de indivíduos muito talentosos. Às vezes isso significa mais diálogo, debate, discórdia e discussão, mas essa mistura é que leva aos melhores resultados no longo prazo.
Quais são os erros mais comuns que os grandes líderes cometem?
Eu destaco três. Primeiro, eles esperam que o futuro seja como o presente. Marshall Goldsmith e outros falam que o que trouxe você até aqui não vai levá-lo até lá. A afirmação é muito verdadeira. Muitas vezes o que ajudou um profi ssional a ter sucesso no passado não é o que será crítico para ele no futuro. O segundo é o líder se tornar orgulhoso e arrogante, quando deveria ser humilde e aberto para aprender. Isso ocorre quando o líder começa a se concentrar em si mesmo mais do que nos outros, quando fica fechado para novas ideias, quando tem mais respostas que perguntas, quando está mais preocupado com o consumo do que com a produção e quando se isola em vez de se conectar com os principais interessados. Esse comportamento gera mau julgamento e más decisões. Por fim, o terceiro erro é o de esquecer que, por definição, a liderança é um esporte de equipe. Não é individual. A liderança não é apenas o que eu faço, mas o que eu consigo realizar com os outros e por meio deles. Fazer com que as pessoas se sintam bem com seu trabalho é crítico na liderança.
Qualquer pessoa pode desenvolver as cinco regras para liderar que o senhor menciona em seu livro?
Acreditamos que as pessoas têm predisposições, ou coisas pelas quais elas são mais atraídas. Por exemplo, eu sou mais predisposto a trabalhar em questões estratégicas. Mas as pessoas podem aprender técnicas que lhes permitam participar plenamente de todos os cinco domínios da liderança. Eu posso aprender a gerenciar melhor os talentos ou a desenvolver o capital humano. A pesquisa sobre liderança mostrou que metade dessa capacidade é inata, é a nossa predisposição. A outra metade representa coisas que podemos aprender e dominar.
Que perguntas um profissional pode fazer para si mesmo para se tornar um bom líder?
Ele deve se perguntar primeiramente se realmente quer liderar. A liderança tem um preço. Ela exige o abandono da autonomia pessoal e de alguns relacionamentos. Também pode exigir o aprendizado de novas técnicas que estão fora da sua zona de conforto. Pode ainda pedir que o profissional assuma riscos pessoais e profissionais. Depois, a pessoa deve se perguntar quais são suas forças e fraquezas na liderança. Que dimensões da liderança ocorrem mais naturalmente para ela? Quais são as áreas em que pode ter sucesso gastando menos energia? Por fim, é preciso se perguntar quais são os resultados que mais deseja obter. Quem são as pessoas que me seguem como líder? Como posso garantir que meu trabalho supra as necessidades e expectativas dessas pessoas?
E qual é o oposto de liderança?
Pergunta capciosa. Não é o acompanhamento, porque os seguidores fazem os líderes terem sucesso, e vice-versa. Também fazemos distinção entre o líder como indivíduo e a liderança como uma capacidade dentro da empresa. No entanto, essas são extensões da liderança. O oposto de liderança, provavelmente, é a falta de objetivos e a inércia.
Leitura
O novo livro de Dave Ulrich, professor de administração da Universidade de Michigan, traz cinco regras básicas e essenciais para se tornar um bom líder
Por Fernanda Bottoni em http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/liderar-cima-arte-484911.shtml
Um grande líder consegue liderar o chefe?
Gerenciar os superiores é uma arte. Ela exige que o subordinado saiba exatamente do que o chefe precisa e saiba também demonstrar que pode ajudá-lo a alcançar o que quer. A influência de baixo para cima não se dá por cargo ou tempo de empresa, mas por perícia e sabedoria. Quando o subordinado consegue fazer o gestor atingir seus objetivos, ele se torna uma influência positiva. Essa tarefa muitas vezes exige humildade, para não assumir o crédito pelo trabalho que é realizado.
Qual é o desafio número 1 na liderança? E seu maior inimigo?
A liderança está relacionada à construção da próxima geração de líderes e à garantia de que os potenciais líderes tenham aptidões e capacidades sob medida para o futuro, mais do que para o presente. Para isso, é preciso que o líder se cerque de pessoas diferentes dele. É tentador e fácil para um líder rodear-se de gente que pensa e age como ele, mas isso não cria sucessores. Os líderes também devem tomar cuidado para se cercar de indivíduos muito talentosos. Às vezes isso significa mais diálogo, debate, discórdia e discussão, mas essa mistura é que leva aos melhores resultados no longo prazo.
Quais são os erros mais comuns que os grandes líderes cometem?
Eu destaco três. Primeiro, eles esperam que o futuro seja como o presente. Marshall Goldsmith e outros falam que o que trouxe você até aqui não vai levá-lo até lá. A afirmação é muito verdadeira. Muitas vezes o que ajudou um profi ssional a ter sucesso no passado não é o que será crítico para ele no futuro. O segundo é o líder se tornar orgulhoso e arrogante, quando deveria ser humilde e aberto para aprender. Isso ocorre quando o líder começa a se concentrar em si mesmo mais do que nos outros, quando fica fechado para novas ideias, quando tem mais respostas que perguntas, quando está mais preocupado com o consumo do que com a produção e quando se isola em vez de se conectar com os principais interessados. Esse comportamento gera mau julgamento e más decisões. Por fim, o terceiro erro é o de esquecer que, por definição, a liderança é um esporte de equipe. Não é individual. A liderança não é apenas o que eu faço, mas o que eu consigo realizar com os outros e por meio deles. Fazer com que as pessoas se sintam bem com seu trabalho é crítico na liderança.
Qualquer pessoa pode desenvolver as cinco regras para liderar que o senhor menciona em seu livro?
Acreditamos que as pessoas têm predisposições, ou coisas pelas quais elas são mais atraídas. Por exemplo, eu sou mais predisposto a trabalhar em questões estratégicas. Mas as pessoas podem aprender técnicas que lhes permitam participar plenamente de todos os cinco domínios da liderança. Eu posso aprender a gerenciar melhor os talentos ou a desenvolver o capital humano. A pesquisa sobre liderança mostrou que metade dessa capacidade é inata, é a nossa predisposição. A outra metade representa coisas que podemos aprender e dominar.
Que perguntas um profissional pode fazer para si mesmo para se tornar um bom líder?
Ele deve se perguntar primeiramente se realmente quer liderar. A liderança tem um preço. Ela exige o abandono da autonomia pessoal e de alguns relacionamentos. Também pode exigir o aprendizado de novas técnicas que estão fora da sua zona de conforto. Pode ainda pedir que o profissional assuma riscos pessoais e profissionais. Depois, a pessoa deve se perguntar quais são suas forças e fraquezas na liderança. Que dimensões da liderança ocorrem mais naturalmente para ela? Quais são as áreas em que pode ter sucesso gastando menos energia? Por fim, é preciso se perguntar quais são os resultados que mais deseja obter. Quem são as pessoas que me seguem como líder? Como posso garantir que meu trabalho supra as necessidades e expectativas dessas pessoas?
E qual é o oposto de liderança?
Pergunta capciosa. Não é o acompanhamento, porque os seguidores fazem os líderes terem sucesso, e vice-versa. Também fazemos distinção entre o líder como indivíduo e a liderança como uma capacidade dentro da empresa. No entanto, essas são extensões da liderança. O oposto de liderança, provavelmente, é a falta de objetivos e a inércia.
Leitura
O novo livro de Dave Ulrich, professor de administração da Universidade de Michigan, traz cinco regras básicas e essenciais para se tornar um bom líder
Por Fernanda Bottoni em http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/liderar-cima-arte-484911.shtml
quinta-feira, 3 de março de 2011
Seja Simples!
Nós naturalmente tendemos a pensar que o mais complicado, o mais engenhoso e mais enfeitado seja o melhor. Sim, mas em muitos casos, a simplicidade é que nos chama a atenção e funciona melhor para nós.
Vamos a alguns exemplos: veja a página inicial da google, o que você encontra nela? Simplicidade! Não poderia ser mais simples, poderia?
Os slogans das empresas são simples, porque dessa forma podem se conectar com as pessoas, entramos em contato com 1500 marcas todos os dias, seria possível conseguir essa conexão com slogans difíceis?
No Twitter são 140 caracteres para passarmos nossas mensagens, sabe quantas palavras precisamos para dizer se o conteúdo nos serve ou não? Em média apenas 3 palavras! Isso já define se vamos continuar ou não lendo.
Simples assim!
Vamos a alguns exemplos: veja a página inicial da google, o que você encontra nela? Simplicidade! Não poderia ser mais simples, poderia?
Os slogans das empresas são simples, porque dessa forma podem se conectar com as pessoas, entramos em contato com 1500 marcas todos os dias, seria possível conseguir essa conexão com slogans difíceis?
No Twitter são 140 caracteres para passarmos nossas mensagens, sabe quantas palavras precisamos para dizer se o conteúdo nos serve ou não? Em média apenas 3 palavras! Isso já define se vamos continuar ou não lendo.
Simples assim!
Escrito por Equipe Rede do Bem Estar
A Missão da Empresa Não é Uma Frase Bonita
Todos já devem ter ouvido em missão de uma empresa, talvez você até tenha feito a sua ou tentado encontrar uma.
Mas muitas pessoas acham que a missão é uma frase bonita que se empurra de cima para baixo.
A missão, na verdade, deve fluir nos 2 sentidos, da liderança para a equipe e da equipe para os clientes ao mesmo tempo que ecoa de volta dos clientes para a equipe e da equipe para a liderança.
Ou seja, você vai encontrar a sua missão, no próprio trabalho que está realizando atualmente, ao mesmo tempo que lutará constantemente para que essa missão seja desenvolvida cada vez melhor por toda a empresa.
Fazer uma frase bonita apenas para colocar em destaque no seu site não vai mudar sua empresa em nada. Encontrar essa missão emanando da equipe e dos clientes e desenvolvê-la para que seja cumprida cada vez melhor, como se fosse um mantra que envolvesse a empresa certamente fará muita diferença nos seus resultados.
Escrito por Equipe Rede do Bem Estar
Mas muitas pessoas acham que a missão é uma frase bonita que se empurra de cima para baixo.
A missão, na verdade, deve fluir nos 2 sentidos, da liderança para a equipe e da equipe para os clientes ao mesmo tempo que ecoa de volta dos clientes para a equipe e da equipe para a liderança.
Ou seja, você vai encontrar a sua missão, no próprio trabalho que está realizando atualmente, ao mesmo tempo que lutará constantemente para que essa missão seja desenvolvida cada vez melhor por toda a empresa.
Fazer uma frase bonita apenas para colocar em destaque no seu site não vai mudar sua empresa em nada. Encontrar essa missão emanando da equipe e dos clientes e desenvolvê-la para que seja cumprida cada vez melhor, como se fosse um mantra que envolvesse a empresa certamente fará muita diferença nos seus resultados.
Escrito por Equipe Rede do Bem Estar
6 Dicas para Criar uma Empresa de Sucesso
São Paulo – Uma em cada quatro empresas brasileiras quebra antes de completar um ano, segundo levantamento do Sebrae. Driblar esta estatística é o desafio de todo empreendedor que decide abrir um negócio no país. Ana Fernandes está entre os 75% que conseguiram.
A empresária já era dona de uma lanchonete quando decidiu investir em um novo mercado: o de sorvetes. “Meus sócios não queriam entrar no negócio, mas eu estava totalmente envolvida”, conta. Ela se juntou a Rosana Lamothe, que trabalhava no mercado financeiro, e as duas criaram a Sorvete Brasil. “Juntamos experiências e isso ajudou a empresa”, diz Ana.
Com uma produção de 10 mil litros de sorvete por mês, elas faturaram, em 2010, 1,2 milhão de reais e empregam mais de 40 funcionários. “O segredo do nosso sucesso é atender o cliente de forma personalizada”, revela a empreendedora. A marca começa uma nova etapa agora com a expansão através de franquias.
Assim como no caso da Sorvete Brasil, a combinação de fatores como encontrar o sócio certo, diferenciar-se da concorrência e encontrar uma boa oportunidade de mercado é determinante para a sobrevivência de um negócio. Embora não exista fórmula secreta, algumas características são comuns aos empresários bem-sucedidos. Saiba quais são elas.
Organize-se
Todos os consultores e especialistas batem nesta tecla. “Planejar é fundamental”, insiste Reinaldo Messias, consultor do Sebrae/SP. Os empresários de sucesso estão quase sempre apoiados em planos e mais planos para que as coisas deem certo. “Tenha um plano de negócios para ser revisto com frequência. Você projeta o futuro e aprende com o passado”, diz o Batista Gigliotti, presidente da consultoria em desenvolvimento de negócios Fran Systems.
Ter as ideias organizadas faz parte desse movimento. O empreendedor precisa conhecer desde o quanto de dinheiro vai precisar para tocar o negócio até planejar estoque e o relacionamento com os clientes. Estratégia de mercado bem definida e recursos para interagir com seus parceiros podem garantir um bom começo.
Escolha bem os sócios
A empresária Ana Fernandes, da Sorvete Brasil, acredita que a escolha da sócia foi fundamental para a empresa crescer. A troca de ideias, opiniões e sugestões enriquece o dia a dia da companhia e ainda pode render bons negócios. “Muita gente tem restrições em ter sócios. Eu sempre digo que a melhor coisa a fazer é escolher alguém que tenha os mesmos valores e objetivos que você. Um precisa complementar o outro”, opina Gigliotti.
Faça mais com menos
Muita gente culpa a falta de dinheiro pelo fim de um negócio. O verdadeiro culpado é quem não sabe aproveitar os recursos que tem para produzir o máximo que pode. “Tenha uma produtividade adequada para fazer mais com o recurso que tiver”, ensina Messias. Os empreendedores de sucesso costumam começar uma empresa com pouco ou quase nenhum dinheiro.
Isso inclui saber a hora certa de aproveitar os lucros. “Usar o lucro para aumentar o patrimônio pessoal tira o oxigênio da empresa”, alerta o consultor do Sebrae/SP. A dica é reinvestir, sempre que possível, dentro do próprio empreendimento.
Assuma riscos
Nenhum negócio está imune a passar por turbulências. Na essência, o empreendedor é quem arrisca. “No início, a aversão ao risco acontece porque o empresário não tem dados concretos e tenta diminuir a possibilidade de surpresas”, diz Gigliotti.
Normalmente, as pessoas se acomodam quando a empresa passa o momento de sufoco e deixam de arriscar, o que inibe o crescimento. “Não deixe de empreender mesmo quando estiver ganhando. O risco também ajuda”, explica o consultor da Fran Systems.
Reconheça sua equipe
“O bom empreendedor não é o que manda, mas o que forma uma equipe”, define Messias. Estar disponível para ouvir parceiros, colaboradores e fornecedores é fundamental para melhorar a operação. Isso exige uma postura mais participativa. Estimular a equipe a participar também faz parte desta atitude. Eles devem estar focados em resultados, objetivos e metas possíveis de serem realizadas. “A equipe deve ter valor e não um preço”, diz Messias.
Tenha foco
Muitas vezes o negócio começa errado porque a pessoa abraça uma ideia da qual não gosta ou que o mercado não está pronto para receber. Para não ter que abandonar o barco, os especialistas sugerem ter um objetivo claro desde o início. “Tenha um propósito e descubra o que o seu negócio representa para você, o cliente e o mercado”, opina Messias. Se mesmo assim o negócio não for para frente, admita que é hora de desistir. “É preciso enxergar a empresa como algo financeiro e não sentimental”, explica Gigliotti.
Texto extraído de Exame
A empresária já era dona de uma lanchonete quando decidiu investir em um novo mercado: o de sorvetes. “Meus sócios não queriam entrar no negócio, mas eu estava totalmente envolvida”, conta. Ela se juntou a Rosana Lamothe, que trabalhava no mercado financeiro, e as duas criaram a Sorvete Brasil. “Juntamos experiências e isso ajudou a empresa”, diz Ana.
Com uma produção de 10 mil litros de sorvete por mês, elas faturaram, em 2010, 1,2 milhão de reais e empregam mais de 40 funcionários. “O segredo do nosso sucesso é atender o cliente de forma personalizada”, revela a empreendedora. A marca começa uma nova etapa agora com a expansão através de franquias.
Assim como no caso da Sorvete Brasil, a combinação de fatores como encontrar o sócio certo, diferenciar-se da concorrência e encontrar uma boa oportunidade de mercado é determinante para a sobrevivência de um negócio. Embora não exista fórmula secreta, algumas características são comuns aos empresários bem-sucedidos. Saiba quais são elas.
Organize-se
Todos os consultores e especialistas batem nesta tecla. “Planejar é fundamental”, insiste Reinaldo Messias, consultor do Sebrae/SP. Os empresários de sucesso estão quase sempre apoiados em planos e mais planos para que as coisas deem certo. “Tenha um plano de negócios para ser revisto com frequência. Você projeta o futuro e aprende com o passado”, diz o Batista Gigliotti, presidente da consultoria em desenvolvimento de negócios Fran Systems.
Ter as ideias organizadas faz parte desse movimento. O empreendedor precisa conhecer desde o quanto de dinheiro vai precisar para tocar o negócio até planejar estoque e o relacionamento com os clientes. Estratégia de mercado bem definida e recursos para interagir com seus parceiros podem garantir um bom começo.
Escolha bem os sócios
A empresária Ana Fernandes, da Sorvete Brasil, acredita que a escolha da sócia foi fundamental para a empresa crescer. A troca de ideias, opiniões e sugestões enriquece o dia a dia da companhia e ainda pode render bons negócios. “Muita gente tem restrições em ter sócios. Eu sempre digo que a melhor coisa a fazer é escolher alguém que tenha os mesmos valores e objetivos que você. Um precisa complementar o outro”, opina Gigliotti.
Faça mais com menos
Muita gente culpa a falta de dinheiro pelo fim de um negócio. O verdadeiro culpado é quem não sabe aproveitar os recursos que tem para produzir o máximo que pode. “Tenha uma produtividade adequada para fazer mais com o recurso que tiver”, ensina Messias. Os empreendedores de sucesso costumam começar uma empresa com pouco ou quase nenhum dinheiro.
Isso inclui saber a hora certa de aproveitar os lucros. “Usar o lucro para aumentar o patrimônio pessoal tira o oxigênio da empresa”, alerta o consultor do Sebrae/SP. A dica é reinvestir, sempre que possível, dentro do próprio empreendimento.
Assuma riscos
Nenhum negócio está imune a passar por turbulências. Na essência, o empreendedor é quem arrisca. “No início, a aversão ao risco acontece porque o empresário não tem dados concretos e tenta diminuir a possibilidade de surpresas”, diz Gigliotti.
Normalmente, as pessoas se acomodam quando a empresa passa o momento de sufoco e deixam de arriscar, o que inibe o crescimento. “Não deixe de empreender mesmo quando estiver ganhando. O risco também ajuda”, explica o consultor da Fran Systems.
Reconheça sua equipe
“O bom empreendedor não é o que manda, mas o que forma uma equipe”, define Messias. Estar disponível para ouvir parceiros, colaboradores e fornecedores é fundamental para melhorar a operação. Isso exige uma postura mais participativa. Estimular a equipe a participar também faz parte desta atitude. Eles devem estar focados em resultados, objetivos e metas possíveis de serem realizadas. “A equipe deve ter valor e não um preço”, diz Messias.
Tenha foco
Muitas vezes o negócio começa errado porque a pessoa abraça uma ideia da qual não gosta ou que o mercado não está pronto para receber. Para não ter que abandonar o barco, os especialistas sugerem ter um objetivo claro desde o início. “Tenha um propósito e descubra o que o seu negócio representa para você, o cliente e o mercado”, opina Messias. Se mesmo assim o negócio não for para frente, admita que é hora de desistir. “É preciso enxergar a empresa como algo financeiro e não sentimental”, explica Gigliotti.
Texto extraído de Exame
quarta-feira, 2 de março de 2011
Encontre seu Acelerador e Seu Freio
Muita gente perde muito tempo se lamentando e tentando melhorar no que é ruim. Os tímidos querem ser mais extrovertidos, os falantes querem ser mais organizados, os controladores querem que a equipe tenha mais iniciativa.
Nossa recomendação é que você se concentre mais no seu acelerador, é ele que vai te impulsionar e te levar mais longe. Concentre-se em aperfeiçoar o que você já tem de melhor! Certamente os resultados serão mais produtivos.
Claro, quanto mais rápido você estiver andando, procure conhecer seu freio também, para não se perder na sua jornada.
Se sentir que não dará conta de alguma oportunidade, pegue outro caminho, ou chame outra pessoa, não arrisque demais em curvas perigosas pra você.
Pode ser que veja que é uma excelente oportunidade e não pode perdê-la, então chame outra pessoa que te complemente para fazerem o projeto juntos.
Escrito por Equipe Rede do Bem Estar
Nossa recomendação é que você se concentre mais no seu acelerador, é ele que vai te impulsionar e te levar mais longe. Concentre-se em aperfeiçoar o que você já tem de melhor! Certamente os resultados serão mais produtivos.
Claro, quanto mais rápido você estiver andando, procure conhecer seu freio também, para não se perder na sua jornada.
Se sentir que não dará conta de alguma oportunidade, pegue outro caminho, ou chame outra pessoa, não arrisque demais em curvas perigosas pra você.
Pode ser que veja que é uma excelente oportunidade e não pode perdê-la, então chame outra pessoa que te complemente para fazerem o projeto juntos.
Escrito por Equipe Rede do Bem Estar
Novas Regras do Português
HÍFEN
Não se usará mais:
1. quando o segundo elemento começa com s ou r, devendo estas consoantes ser duplicadas, como em "antirreligioso", "antissemita", "contrarregra", "infrassom". Exceção: será mantido o hífen quando os prefixos terminam com r -ou seja, "hiper-", "inter-" e "super-"- como em "hiper-requintado", "inter-resistente" e "super-revista"
2. quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente. Exemplos: "extraescolar", "aeroespacial", "autoestrada"
TREMA
Deixará de existir, a não ser em nomes próprios e seus derivados
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais para diferenciar:
1. "pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição)
2. "péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo)
3. "pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo")
4. "pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo)
5. "pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica)
ALFABETO
Passará a ter 26 letras, ao incorporar as letras "k", "w" e "y"
ACENTO CIRCUNFLEXO
Não se usará mais:
1. nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem"
2. em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" -que se tornam "enjoo" e "voo"
ACENTO AGUDO
Não se usará mais:
1. nos ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia"
2. nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca"
3. nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
Fonte: Folha Online
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