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terça-feira, 15 de março de 2011

A Rede do Bem Estar é a Primeira Rede Social dos Empregos para a Área da Saúde

É muito mais do que um site de empregos, a Rede do Bem Estar é um ponto de encontro entre profissionais e empresas das áreas de Educação Física, Nutrição, Fisioterapia e Estética.

A Rede do Bem Estar é gratuita
 Isso não traz benefícios só para o seu bolso, mas também significa grande volume de candidatos para as empresas e grande volume de opções de trabalho para candidatos.

Está linkado com as redes sociais
Para facilitar ainda mais, você pode começar o seu cadastro ou fazer o seu login pelo Facebook.

É uma rede social
Os candidatos poderão postar comentários e recomendar empresas, as empresas poderão ver mais do que um simples currículo. Poderão ver blogs, sites, vídeos, fotos e os perfis nas redes sociais dos candidatos.


Em breve no ar! 



Equipe Rede do Bem Estar

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Facebook Propoe Nova Revolucao na Rede

A maior rede social do mundo anuncia a nova plataforma de comunicação que agrega ferramentas de mensagens instantâneas, redes sociais e e-mail em um único sistema. Mas o que tudo isso irá trazer de benefício para as empresas?
Não é apenas um e-mail e sim a criação de uma plataforma que visa remodelar o modo como enviamos e-mails e conciliamos os conteúdos gerados por mensagens instantâneas e atualizações das redes sociais. É assim que Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, define o novo produto, chamado Messages.
A proposta inicial é a de integrar e não substituir. Rumores apontavam que a empresa lançaria o produto para competir com os gigantes Google, Hotmail e Yahoo. Entretanto, o CEO explica que a evolução das empresas que oferecem sistemas de e-mails aos usuários podem, no futuro, colidir com as propostas da companhia.
Em entrevista à HSM Online, Leandro Kenski, CEO da Media Factory, comentou sobre a nova plataforma. Confira!

Portal HSM: Como vai funcionar essa nova plataforma de comunicação do Facebook?Leandro Kenski: Trata-se de um serviço que integra e-mail a outros serviços, como chat e SMS, centralizando as conversas em um único histórico e em um novo formato que deve estimular outros mercados devido sua praticidade e diferencial.
Portal HSM: De que modo a empresa vem trabalhando essa nova proposta?
LK: O serviço de messaging da rede social prevê atender todos os usuários do Facebook, que já somam 350 milhões de pessoas que movimentam 4 bilhões de mensagens trocadas diariamente dentro da rede. O perfil de uso do internauta, geralmente, é de usar o serviço para conversas. Assim, a proposta é oferecer a esses usuários um endereço @facebook.com como um agregador de conteúdo independente do canal emissor (SMS, messaging interno ou e-mail), propondo ao usuário o agrupamento das mensagens em uma única conversação, dando, inclusive, suporte a anexos. Nos Estados Unidos, o novo sistema do Facebook começará a ser liberado ao longo dos próximos três meses, mediante convites.

Portal HSM: Como isso pode mudar ou afetar o uso das redes sociais?LK: A estratégia do Facebook é muito ambiciosa, principalmente porque o e-mail tradicional já é quase um ancião do mundo da informática. E outro ponto importante para destacar é que o protocolo do correio eletrônico foi criado há, pelo menos, 20 anos, e, portanto, é um dos mecanismos das redes sociais que precisa evoluir. A dúvida é se o grau de engajamento dos usuários aumentará e, caso a ideia der certo, isso fará com que eles demandem essa agregação para outros canais e empresas. No entanto, é preciso se atentar que há a barreira das grandes corporações, que preferem ferramentas mais tradicionais.

Portal HSM: Como as empresas podem usufruir dessa plataforma ou do Facebook, de maneira geral?LK: A elevação da presença digital nas organizações é um dos principais desafios para que elas realizem campanhas integradas de redes sociais com foco no aumento de visibilidade e branding online. E esta nova plataforma pode criar um canal de comunicação direto com o cliente, otimizando o relacionamento e aumentando o engajamento com a marca.

Portal HSM: Na sua opinião, por que o Facebook deu tão certo?LK: O Facebook trouxe uma maneira fácil de manter os vínculos sociais com seus amigos e conhecidos.  Além disso, trata-se de uma plataforma em que vários desenvolvedores criam aplicativos que podem ser utilizados pelos seus usuários dentro da própria rede social.  Essa foi a maior ruptura em relação as redes sociais já existentes nos EUA, como MySpace e Friendster. Além disso, essa facilidade de acesso fez com que surgissem empresas desenvolvedoras de aplicativos que viraram febre no Facebook, como os jogos da Zynga, como o Farmville, Mafia Wars e outros, e que são utilizados por centenas de milhões de usuários ao redor do mundo.

Facebook em números
- Trata-se da terceira maior companhia de internet dos EUA, atrás apenas de Google e Amazon.
- Mesmo com capital fechado, a companhia atualmente tem valor de mercado estimado em U$$ 41 bilhões, segundo a Bloomberg.
- O facebook reúne hoje mais de 500 milhões de usuários, sendo que mais de 350 mi utilizam os serviços de mensagens e geram mais de 4 bilhões de mensagens por dia.
- A nova plataforma de comunicação levou 15 meses para ser desenvolvida e contou com uma equipe de 15 engenheiros que trabalharam no novo produto.

HSM Online
10/12/2010

Texto extraido de http://www.hsm.com.br/editorias/2011-facebook-propoe-nova-revolucao-na-rede?utm_source=news_digital_091210&utm_medium=news_digital_091210&utm_content=news_digital_091210_2011-facebook-propoe-nova-revolucao-na-rede&utm_campaign=news_digital_091210

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Entrevista com a Blogueira Adrine Cabral do Ative Blog

- Como profissional da comunicação, como você analisa a forma com que os profissionais da saúde comunicam seus trabalhos atualmente?
Infelizmente, ainda são poucos os que se valem da comunicação para divulgar o que fazem. Por achar que as pessoas não se interessam ou por ainda não estarem familiarizados com ferramentas como a internet, a grande maioria deles não divulga pesquisas ou mesmo informações que possuem. Perde a população e perdem eles. Mas acredito que aqueles que saírem da inércia, criarem páginas sobre seu trabalho ou sobre o que conhecem, pautarem a imprensa (dizendo sobre o que pode falar) e não se fechando (acredite, muitos ainda negam entrevistas) estarão mais visíveis para o mercado de trabalho.

- Qual você acha que é o papel da internet nessa comunicação?
Ela é um ótimo veiculo para passar informações, ser informado, se divulgar e até para ganhar dinheiro. Por que não? Quem não está na área da saúde, pode manter-se informado ao digitar ‘saúde’ no Google, por exemplo. Muito simples. Para quem quer estar visível e fazer um nome, basta usar desta facilidade. Mas assim: não é simplesmente abrir uma conta no Blogger. Para que os resultados sejam mais visíveis, o interessado deve se dedicar e pesquisar. As dicas que dou é investir em um layout bacana (estudantes de Designer e Publicidade podem cobrar barato por isso), publicar com periodicidade, fazer posts diretos e sem muitos arrodeios, acompanhar outros blogs para saber o que aprimorar no seu, pesquisar sobre técnicas de SEO (ajudam muito para deixar seu blog bem colocado no Google, Yahoo e outros sistemas de busca) e divulgar nas redes sociais.

- Como você acha que os profissionais da comunicação e da área da saúde podem se unir?
Um ajuda o outro. O profissional da comunicação não tem todas as informações que um médico, um personal trainner ou um nutricionista tem e nem estes têm as técnicas de informação de um comunicador. Então, que tal casar os dois? Um jornalista, por exemplo, pode consultar os profissionais da saúde ou sites especializados para atestar aquilo que escreve. Da mesma forma, o da saúde pode pedir ajuda a um comunicador para editar seus textos e, desta forma, passar suas informações de forma mais profissional e compreensível.

- Nos conte um pouco da sua trajetória até criar o Blog Ative.
Desde que meu colesterol bateu em 200, venho pesquisando sobre atividades físicas e alimentação. Praticando aqui, buscando mais informações dali e aplicando acolá, percebi que estava fascinada pela área e que seria muito bom compartilhar tudo isso em um blog. Conversei com @subacelar, que é expert em SEO, e ela me incentivou. Por fim, meu irmão (@fiercesantiago), que é estudante de Publicidade e Propaganda, desenvolveu o layout e surgiu o Ative. A proposta é provar e mostrar que, unidos, saúde e atividade física contribuem para uma melhor qualidade de vida e até para a beleza. Ah, hoje faço cooper e meu colesterol está em 151.

http://www.ativeblog.blogspot.com/

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Inovação Pode Ser Simples

 

Acompanhamos Vlogs e achamos fantástica a forma como algumas pessoas encontram para se comunicarem com o mundo. 
Esse vídeo mostra como, de uma forma simples, Denislees conseguiu inovar a forma de usar o Youtube para se comunicar com seus seguidores. Sim, deve dar muito trabalho pra ele, mas a regra do mundo atual, plano e colaborativo é: SEJA RELEVANTE!
Qual é o resultado? Bom, vocês podem ver no vídeo também, mais de 135.000 acessos em um único vídeo! Quantas pessoas te conhecem? Quantas já viram seu trabalho?

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Cauda Longa

Há cerca de um ano li um artigo chamado The Long Tail  que descreve como empresas de internet utilizam o conceito da Cauda Longa para ganhar dinheiro. Entre os exemplos estão: Google, Amazon e iTunes. O artigo se desenvolveu em blog e agora virou o livro A Cauda Longa – do mercado de massa para o mercado de nicho (compre no Submarino), lançado este mês aqui no Brasil.

O que é a Cauda Longa?

A Cauda Longa é um fenômeno observado em empresas de internet que conseguem faturar com produtos de nicho tanto quanto, ou até mais que os tradicionais arrasa-quarteirão. Isso se tornou viável com o advento da internet já que a inexistência de limitação do espaço físico para exibição de produtos faz com que os mercados de nicho sejam explorados da mesma forma que o mercado de massas.

A prateleira infinita

Dizem por aí que a “regra dos 80/20” rege o faturamento das empresas, ou seja, 20% dos produtos representam 80% do faturamento. Se a loja é uma livraria, sabemos que a última aventura do Harry Potter vai vender tanto que representará uma parcela significativa do faturamento. Por este motivo a livraria acaba colocando em suas prateleiras aqueles títulos que têm mais chance de vender. Como o espaço físico de uma loja é limitado e tem um custo, só é possível disponibilizar uma quantidade limitada de títulos diferentes, exatamente aqueles que vendem. Faz sentido? Certamente.
Na internet tudo isso muda. Uma livraria virtual possui prateleiras de tamanho teoricamente infinito, cuja limitação é a quantidade de títulos oferecidos e não o espaço físico. Ao invés de disponibilizar apenas aqueles “xis” mil títulos que são os que mais vendem, é possível ter em catálogo um número muito maior. No livro “A Cauda Longa”, o autor Chris Anderson mostra que uma loja física de uma grande livraria nos EUA possui em média 100 mil títulos diferentes disponíveis. Ao mesmo tempo a loja virtual Amazon.com possui em suas “prateleiras” cerca de 3,7 milhões de livros diferentes. Note que o fato da Amazon possuir o título na “prateleira” não significa necessariamente que ele esteja em estoque.
[o gráfico da Cauda Longa]
A grande descoberta veio da análise das quantidades vendidas dos produtos. Um estudo feito com a Amazon mostrou que, por ter uma “prateleira” maior de livros à venda, o faturamento dos livros menos polulares (fora dos 100 mil principais títulos) representava em torno de um quarto da receita. Analisando o gráfico (acima) temos a impressão de que são produtos que não vale a pena vender. Sim, isso é verdade para uma loja física tracional. No varejo da internet descobriu-se o poder da Cauda Longa e da prateleira de tamanho infinito.

O fim da era dos arrasa-quarteirão

Na economia da Cauda Longa, o que faz a diferença é a abundância, ao contrário da escassez que existia até então. Em um mercado que predomina a escassez o que faz sentido é explorar aquilo que vende mais, ou seja, os arrasa-quarteirão, os hits. Nesse novo conceito de negócios (a abundância da Cauda Longa) o não-hit acaba se tornando uma parcela importante do faturamento e concorre diretamente com os poucos e efêmeros sucessos do momento. Saber explorar isso tem feito empresas como o Google ou Amazon crescerem vertiginosamente, tornando-as gigantes da nova era.
A ironia é que um livro que analisa, entre outras, o fim da era dos arrasa-quarteirão acabou virando best-seller internacional.

Texto extraído de http://techbits.com.br/2006/a-cauda-longa/ 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Essa é a Sua Chance!

Meus caros!
Está chegando a hora! A Rede do Bem Estar quer construir o melhor ambiente para troca de informações que vocês já viram! Agora... quem somos nós para pensarmos que sabemos de tudo? Ou até de uma pequena parte...
Seria um erro enorme criarmos comunidades e restringirmos as linhas de raciocínio de vocês! As comunidades já existem! Sim! Existe uma comunidade de pessoas com interesses e necessidades parecidos!  Você já está inserido em redes sociais mas de forma desorganizada: alunos que querem estágios, ex-alunos que querem contratar, treinadores que querem discutir técnicas de treino, fisioterapeutas que querem parceiros para abrir novo consultório, nutricionistas buscando novos clientes...!
Existem muitas pessoas que enxergam a sua área de atuação da mesma forma que você! Que buscam o mesmo que você! Só falta uma forma de organizar tudo com maestria e permitir que as pessoas se encontrem! Um lugar onde todos possam falar e ouvir, apoiar uns aos outros, fazer negócios e até se socializarem!A soma das partes é sempre maior que o todo!

Por isso perguntamos: O que você acha que não pode faltar em uma Rede Social? Como seria a Rede Social das Oportunidades ideal para você?

Como Praticar Networking no Dia-a-Dia

Networking não é um acontecimento, é um processo. Muita gente só pensa na sua rede de contatos quando precisa desesperadamente: uma meta de vendas para cumprir ou a necessidade de um novo emprego. Infelizmente, ocorre na maioria dos casos. A pessoa torna-se impertinente, irrelevante e, ainda por cima, pedinte. O verdadeiro networking ocorre justamente pela via contrária, pela via do oferecimento de ajuda, tempo, disponibilidade e proximidade. É praticar o velho lema "ajude para ser ajudado".

Esse é o desafio do networker. Não dá para ajudarmos todos nossos contatos e nem tomarmos café com todo mundo todo mês, então, precisamos encontrar fórmulas que viabilizem essa prática. Primeiro, é preciso compreender que nossos contatos não são iguais. Aliás, há uma escala de proximidade que deve estar clara: rede de contatos, rede de conhecidos e rede de amigos. Com os contatos tivemos exatamente isso: um contato. Nada mais. É o que acontece quando trocamos cartões num evento ou quando alguém entra em contato conosco via e-mail. Já conhecidos são pessoas mais próximas - não só temos seu contato, mas também as conhecemos e somos reconhecidos por elas. É um grupo bem menor. E, claro, temos amigos, além de familiares e parentes. Claro que vamos sempre priorizar os mais próximos no nosso dia-a-dia. Ligamos, enviamos e-mails e, naturalmente, damos mais atenção e ajuda para eles. Somos networkers com amigos pois é a essência do relacionamento humano.

O ponto que precisa de mobilização e cuidado são as redes de contatos e conhecidos. Não dá para manter relações com todos como mantemos com os amigos. Até porque um bom networker consegue chegar no que chamo escala dos cinco (50 amigos, 500 conhecidos e 5000 contatos). Então, a questão é como praticar networking com as redes de conhecidos e, principalmente, com as de contatos. É preciso utilizar um pouco da base do conceito de marketing de relacionamento praticado pelas organizações. Elas estabelecem esse follow-up em massa por meio de ações de comunicação e atividades presenciais segmentadas. Por esse caminho e, sempre fornecendo algo relevante e interessante, é possível nos mantermos ativos com nossos contatos e conhecidos.

A internet tem ajudado muito nesse follow-up. Claro, é preciso praticar com inteligência. Volta e meia eu recebo contatos de pessoas que simplesmente perguntam: E aí? Tudo bem, como vão as coisas? E só. Ou pior, "oi, tudo bem, indica o meu CV para seus amigos?" (?!). O fenômeno dos blogs tem demonstrado um bom caminho. Muitos profissionais, ao criarem e manterem blogs relevantes, bem posicionados, encontram um bom motivo para, por meio de uma prestação de serviços, manterem-se ativos e gerando conhecimento para seus contatos e conhecidos. É preciso compreender que a prática do networking exige preparação e manutenção de serviços, seja por meio de um blog, seja promovendo encontros temáticos, seja, simplesmente, atuando como conector entre as pessoas - levando indicações e ajudando as pessoas, para não só pedir, mas também ajudar.

As redes sociais na internet (orkut, plaxo, linkedin) ajudam a manter os dados dos contatos e conhecidos atualizados. Nesse sentido, é uma boa ferramenta, mas, como disse, isso resolve parte do trabalho. Não adianta ter os dados limpos e atualizados se não há uma mobilização disposta a servir aos contatos e conhecidos.

Rede do Bem
Ser relevante é fundamental para manter a permissão ativa e só conseguimos isso quando prestamos serviços para nossos contatos. Só para exemplificar, eu tenho vários grupos de contatos, mas, nos últimos anos, um grupo foi ganhando forma e representatividade: meus alunos. Como leciono há 11 anos e aplico cursos abertos e in company há muito tempo também, fui formando muitos alunos. Exatos 3.409 alunos que crescem a cada nova turma ou curso que aplico. É uma massa crítica, atuante no mercado, em posição de média gerência para alta, e muitos com poder de contração e seleção em suas empresas. Todos, praticamente, preocupados com sua carreira e seu crescimento profissional.

Com meus alunos formei o que chamamos de Rede do Bem. Uma rede colaborativa e fechada (só entra na lista quem é aluno) de trocas de vagas de emprego, em que os alunos que contratam priorizam e valorizam os colegas alunos nos processos de seleção. É uma fórmula simples, baseada no envio de boletins via e-mail a cada 15 dias. De 2006, quando a rede foi criada, para cá, foram distribuídas entre os alunos 1.272 vagas de emprego! Ou seja, a cada quinzena eles recebem um comunicado com uma média de 20 vagas de emprego ofertadas pelos próprios alunos para os alunos. Por meio da Rede do Bem, consigo manter contato relevante e pertinente com eles de uma forma que não conseguiria se não buscasse prestar um serviço interessante e válido.

Por isso tudo que praticar networking dá muito trabalho. E a prática correta é totalmente inversa à percepção que algumas pessoas têm: não se faz networking explorando seus contatos para pedir coisas. Networking se faz ajudando, fornecendo, informando e prestando serviços. Mobilizando-se para as pessoas, conseguindo se manter interessante e não interesseiro. O networker é como um líder: trabalha para servir seus contatos e consegue com eles mais envolvimento, comprometimento e colaboração.

Texto extraído do site de Marcelo Miyashita http://miyashita.com.br/?id=120&index=0&filter=0&pg=1&m=298

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Yoga Tailor

O YogaTailor é um site que personaliza aulas on-line de ioga de acordo com as necessidades e características de cada usuário. Com o objetivo de tornar as aulas mais acessíveis, basta se cadastrar e inserir uma série de informações pessoais, o seu tempo disponível naquele dia para as aulas, sua experiência e seu estado de saúde. Uma vez que a informação foi recolhida, o site cria um vídeo de ioga personalizado que pode ser transmitido imediatamente.

Os programas são diferentes em dias diferentes, o que torna o sistema de aulas dinâmico e variado. Além disso, conforme avança, o aluno pode reformular seu programa de aulas. Após uma avaliação gratuita, o YogaTailor cobra  US$ 7,99 por mês (aproximadamente R$ 13). Além disso, o site tambem atua como uma rede social e os usuários podem acompanhar em tempo real notificações sobre as séries de exercícios realizadas por outros alunos cadastrados.

Extraído de Revista PEGN